Como é feita a intervenção?

Cabe reforçar que não há prescrição de medicamentos para quadros de dislexia, e sim adaptações pedagógicas aliadas ao atendimento especializado de um profissional da área de saúde ou educação (psicólogo, fonoaudiólogo, psicopedagogo ou professor de educação especial). O processo de intervenção varia de acordo com a dificuldade e as necessidades do indivíduo.

O foco do trabalho interventivo deve ser fortalecer o processamento fonológico da pessoa com dislexia. Para tal, devem-se considerar as habilidades, as dificuldades e a idade da criança, adolescente ou adulto. Como a maior dificuldade da dislexia é aprender a ler, o trabalho interventivo deve se basear em métodos de alfabetização considerados eficientes para alunos com dificuldades de leitura.

O Instituto ABCD recomenda a alfabetização estruturada que foque habilidades específicas que o disléxico precisa adquirir e/ou fortalecer. A pessoa com dislexia se beneficia do ensino explícito, direto, individualizado, multissensorial, sequencial, diagnóstico e preventivo.